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Crianças com deficiência brincam em 'bloquinho' de Carnaval na Paraíba

22/02/2017 15:00

Crianças com deficiência participaram de bloquinho de carnaval à fantasia (Foto: Artur Lira/G1)Um grupo de crianças com deficiência física e com microcefalia que recebem atendimento no Centro Especializado de Reabilitação, em Campina Grande, no Agreste paraibano, participaram de um bloquinho de Carnaval dentro da instituição nesta quarta-feira (22). Embaladas pelas marchinhas, pais e filhos se divertiram ao som de uma orquestra de frevo.

Atualmente, o Centro Especializado de Reabilitação atende a 1.252 pacientes em Campina Grande e de algumas cidades vizinhas. No encontro, os pacientes se fantasiaram de super-heróis, animais, personagens de desenhos e de histórias em quadrinhos. Esta é a primeira vez que o Centro está promovendo o baile de Carnaval. Segundo a diretora, Edna Silva, a ideia surgiu em casa, com a filha dela que também é deficiente.

“Eu sou mãe de uma criança portadora de deficiência física. A ideia surgiu dessa cobrança para inclusão social. Levamos a proposta para a prefeitura e a secretaria de saúde, que acataram a ideia. Além desse baile de Carnaval, já estamos pensando na Pascoa, São João e Natal”, disse ela. 

Para a direção, esses festejos também servem para quebrar o tabu que diz que as crianças não podem fazer atividades comuns. “A questão de ter uma deficiência ou limitação não tira a criança do âmbito social. Temos que incluir cada vez mais”, disse Edna Silva.

Umas das participantes do baile foi Natália Costa Araújo, 25 anos, ela mora em Campina Grande e é mãe do cadeirante Miguel Vinícius Costa Araújo, 6 anos. Fantasiada de abelha, ela ficou feliz em poder levar o filho, que estava fantasiado de pirata, a uma festa de Carnaval com outras crianças. “É muito bom para ele interagir mais com outras crianças e com a música”, disse ela.

Fonte: G1 Paraíba

Crinças com microcefalia também participaram do bloquinho (Foto: Artur Lira/G1)

 

Atualmente, o Centro Especializado de Reabilitação atende a 1.252 pacientes em Campina Grande e de algumas cidades vizinhas.
No encontro, os pacientes se fantasiaram de super-heróis, animais, personagens de desenhos e de histórias em quadrinhos.
Esta é a primeira vez que o Centro está promovendo o baile de Carnaval. Segundo a diretora, Edna Silva, a ideia surgiu em casa, com a filha dela que também é deficiente.
“Eu sou mãe de uma criança portadora de deficiência física. A ideia surgiu dessa cobrança para inclusão social. Levamos a proposta para a prefeitura e a secretaria de saúde, que acataram a ideia. Além desse baile de Carnaval, já estamos pensando na Pascoa, São João e Natal”, disse ela.
Para a direção, esses festejos também servem para quebrar o tabu que diz que as crianças não podem fazer atividades comuns. “A questão de ter uma deficiência ou limitação não tira a criança do âmbito social. Temos que incluir cada vez mais”, disse Edna Silva.
Umas das participantes do baile foi Natália Costa Araújo, 25 anos, ela mora em Campina Grande e é mãe do cadeirante Miguel Vinícius Costa Araújo, 6 anos. Fantasiada de abelha, ela ficou feliz em poder levar o filho, que estava fantasiado de pirata, a uma festa de Carnaval com outras crianças. “É muito bom para ele interagir mais com outras crianças e com a música”, disse ela.

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