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Secretaria de Saúde divulga 2º Levantamento de Infestação do Aedes aegypti.

26/02/2016 08:22

 

A Secretaria de Saúde de Campina Grande divulgou nesta sexta-feira, 26, o segundo Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa) de 2016. De acordo com os dados, 5,7% dos imóveis da cidade apresentaram focos de larvas do mosquito, caracterizando um alto risco de transmissão das doenças provocadas por ele, como dengue, Zika e Chikungunya.  

Os Agentes de Combates às Endemias de Campina Grande visitaram na primeira quinzena de fevereiro mais da metade de todos os imóveis da cidade. Dos 188 mil existentes, os agentes foram a 99 mil. Em mais 62 mil eles conseguiram fazer o trabalho de inspeção e eliminação dos focos existentes. Porém, mais de 36 mil estavam fechados, entretanto, os profissionais retornaram aos locais fechados e ainda conseguiram realizar o trabalho em quase 2 mil dessas residências.

O bairro com maior índice é Monte Castelo, que chegou a 17,5%. Pedregal tem foco em 15,3% das residências visitadas. A comunidade de Lagoa de Dentro, na saída para o Sertão, registrou 14,1%. Vila Cabral tem 12,6% e Serrotão tem 12,4%. Os bairros das Nações e Araxá apresentaram os menores índices (0.4%).

Os Agentes utilizaram o larvicida em mais de 15 mil imóveis com focos de larvas para combater o mosquito. De acordo com a Coordenadora de Vigilância Ambiental e Zoonoses do município, Rossandra Oliveira, o LIRAa está mais complexo. “Nós já visitamos mais da metade das casas da cidade e o levantamento será feito em 100% das unidades habitacionais. Além disso, antes nós pegávamos o foco e levávamos a análise para poder contabilizar como um foco, mas agora nós já contamos com os focos quando os identificamos na inspeção mesmo”, explicou.

Ainda segundo Rossandra, alguns moradores não permitiram a entrada dos agentes. “Foram 21 pessoas, mas se na casa de apenas uma dessas pessoas existir um foco, dezenas de outras pessoas podem ser picadas pelo Aedes e contrair alguma das doenças. A população ainda tem que se conscientizar neste sentido”, alertou. A maioria dos focos foi encontrada em tonéis, tambores, cisternas e caixas d’água.

Desde que foi decretado o Estado de Emergência em Saúde no país, as ações de combate ao Aedes aegypti que já eram realizadas em Campina Grande, foram intensificadas. No mês de janeiro de 2016, foram colocados peixes em quase 100 cisternas e 18 procedimentos de borrifação de inseticida foram realizados. Em uma ação pioneira, a Prefeitura Municipal de Campina Grande conseguiu liminar judicial para invadir imóveis abandonados que têm focos do vetor das doenças. Dos 957 locais nestas condições, já foi feita a intervenção em 536.

Fonte: codecomcg

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